Para efeitos de enquadramento de um espaço como monozona, deverá ser avaliado, ou tido como referência, os seguintes aspetos:

  1. A aplicação do método do cálculo dinâmico simplificado (monozona), pressupõe que a avaliação do edifício ou fração seja realizada ao abrigo da sua consideração como uma única zona térmica, excluindo-se para este efeito os “Espaços do Tipo B”;
  2. Deverão ser incluídos, no conceito de monozona, as circulações interiores horizontais e verticais, átrios/entradas de edifícios, arrumos, arquivos e dispensas, cozinhas, copas, lavandarias, balneários, instalações sanitárias, desde que se verifique a existência de ar transitado dos espaços principais para estes últimos, verificando-se desta forma condições interiores semelhantes;
  3. Deverá existir um nível de circulação do ar entre o espaço ou conjunto de espaços que definem a monozona, seja pela via natural ou mecânica, de forma a que se verifiquem condições de temperatura interior semelhantes;
  4. Podem ainda ser simulados como monozona, o espaço ou conjunto de espaços que apresentem similaridades em termos de perfil de utilização, iluminação e equipamentos, ventilação mecânica e sistema de climatização, de acordo com a definição de “Zona térmica” presente no Decreto-Lei nº 118/2013. No caso dos espaços climatizados (que disponham de sistemas de climatização instalados e em condições de funcionamento), estes devem também apresentar similaridades em termos de condições de exposição solar;

Esta avaliação deverá ser realizada pelo PQ, com base na informação recolhida no local e demais informação disponibilizada.

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