O exposto no referido artigo 7º do Decreto-Lei n.º 118/2013, reporta-se à possibilidade de o PQ proceder à certificação de uma fração, com base na informação referente a outras frações num determinado edifício e surge, em especial, em situações de edifícios com frações de conceção semelhante, em que os sistemas técnicos e/ou soluções construtivas são iguais, sendo por isso possível replicar a informação de uma fração para outra.

Por replicar, entenda-se a utilização de informação de uma fração para o processo de certificação de outra. A título de exemplo, enuncia-se o aproveitamento de um levantamento geométrico (áreas de paredes, envidraçados,..) de uma fração para outra igual, otimizando tempo e custos associados ao processo de certificação.

O recurso a esta possibilidade não dispensa a realização do processo de certificação, por parte do PQ, com base nos procedimentos definidos no ponto 1 do Anexo II da Portaria n.º 349-A/2013, alterada pela portaria nº 115/2015, de 24 de abril, dos quais se destaca a visita a todas as frações (para recolha e validação de pressupostos) e emissão de um certificado por fração.

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